Amarílis Felizes
Amarílis Felizes dedica-se atualmente à investigação sobre políticas para as artes, no doutoramento em Economia Política. A sua prática artística passa pelo teatro do oprimido, juvenil e participativo. Estudou Economia e Teatro e tem trabalhado em investigação, assessoria, produção, assistência de encenação e direção de cena.
Participou na 1.ª edição do PANOS – palcos novos palavras novas, aos 15 anos. Na 3.ª edição, criou um grupo na sua escola secundária e encenou ADN, de Dennis Kelly. Seguiram-se encenações dos textos de Tiago Rodrigues, André e. Teodósio e Rui Catalão com grupos de Gaia e Gondomar. Uma década depois, integra o júri, na edição de 21/22.
Ana Bigotte Vieira
Ana Bigotte Vieira acompanha o PANOS – palcos novos palavras novas como jurada desde 2009. É investigadora corresponsável do projeto da FCT Archiving Theatre. A sua investigação tem incidido sobre a relação entre experimentalismo nas artes e as transformações culturais e urbanas.
Licenciou-se em História Moderna e Contemporânea, especializando-se em Cultura e Filosofia Contemporâneas, e em Estudos de Teatro.
Publicou Para uma Curadoria da Falta – o serviço ACARTE da FCG 1984-1989, com base na sua tese de Doutoramento e, como organizadora, A Caixa Preta e Outros Mal-Entendidos (Sistema Solar). Entre 2018 e 2023 fez parte da equipa de programação do Teatro do Bairro Alto. Programou, com João dos Santos Martins, Ana Dinger e Carlos Manuel Oliveira o programa antológico Dança Não Dança – arqueologias da nova dança em Portugal, VII edição do projeto Para Uma Timeline a Haver que coordena com João dos Santos Martins. Traduz teatro e filosofia.
Catarina Requeijo
Catarina Requeijo é atriz, encenadora e formadora. Trabalhou, como intérprete, com diversos encenadores e desde 2000 tem desenvolvido trabalho regular para a infância, através da criação de oficinas e espectáculos. Neste contexto colaborou com várias instituições, entre as quais o D. Maria II, onde tem vindo a coordenar o projeto Boca Aberta.
Integra o júri do PANOS – palcos novos palavras novas desde 2007.
Gonçalo Frota
Gonçalo Frota escreve sobre música e artes performativas no jornal Público, sendo também colaborador da revista Songlines. É o autor das notas da reedição integral da obra de José Afonso na editora Orfeu, do prefácio-entrevista do livro/disco Unreal – Sidewalk Cartoon, de Bernardo Sasseti, e do posfácio-reportagem do livro Catarina e a Beleza de Matar Fascistas, de Tiago Rodrigues. Recebeu o Grande Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto 2016 e 2021. Integra o júri do PANOS – palcos novos palavras novas desde 2019.
Manuel Henriques
Ator, encenador e formador.
Desde 2008 que trabalha profissionalmente como intérprete, colaborando com diversos criadores nas áreas do teatro, dança, performance e também cinema e televisão. Desde 2012 que faz parte do júri PANOS – palcos novos palavras novas, no qual tem desenvolvido o gosto por novas dramaturgias e acompanhado o trabalho dos grupos de teatro jovem pelo país.
Sandra Machado
Sandra Machado participou na primeira edição do PANOS – palcos novos palavras novas com um grupo escolar, é membro do júri desde então.
Formada em Teatro e Educação, realizou diversos trabalhos como atriz, assistente de encenação e animadora. Desde 1991 tem vindo a trabalhar com crianças e jovens na área da expressão dramática e do teatro.
Teosson Chau
Teosson Chau é um ator moçambicano, nascido em Maputo em 1998 e atualmente residente em Coimbra, onde colabora regularmente com companhias e projetos teatrais e audiovisuais.
O seu percurso artístico começou em Moçambique e desenvolveu-se posteriormente entre a África do Sul, onde descobriu a sua paixão pelo teatro, e Portugal, onde se formou em Teatro e Educação na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC). Durante a sua formação, realizou um período de Erasmus na ESAD – Escuela Superior de Arte Dramático, em Múrcia, Espanha.
Ao longo do seu percurso, tem trabalhado com diferentes grupos, explorando distintas metodologias e linguagens de criação. Entre os seus trabalhos destacam-se colaborações com a Marionet Teatro e O Teatrão.
O seu trabalho é marcado por um interesse particular nas abordagens físicas e experimentais ao teatro, procurando explorar o corpo como ferramenta de criação e como elemento capaz de construir pensamento cénico, que o leva a desenvolver o seu percurso através de cursos e workshops com especial interesse pelo teatro físico.
Atualmente, continua a desenvolver o seu trabalho enquanto intérprete no teatro e no audiovisual, procurando expandir a sua prática através da colaboração, da pesquisa e do contacto com diferentes contextos artísticos.
Sandro W. Junqueira
Sandro William Junqueira nasceu em 1974. É autor dos livros O Caderno do Algoz (Caminho, 2009), Um Piano para Cavalos Altos (Caminho e Leya Brasil, 2012), No Céu não há Limões (Caminho, 2014), A Cantora Deitada (Caminho, 2015), A Grande Viagem do Pequeno Mi (Caminho, 2016), Quando as Girafas Baixam o Pescoço (Caminho, 2017), As Palavras que Fugiram do Dicionário (Caminho, 2018), A Sangrada Família (Caminho, 2021), Roda Viva – A menina e o círculo (Caminho, 2023) e Emídio e Ermelinda (Caminho, 2024).
Escreveu para teatro as peças Os Anjos Tossem Assim, Medronho, O Presente de César, O Que Vamos Fazer com a Revolta, Shot to Nothing, Batalha, Pequenas Coisas, Antiaquário e Filhos de Quarta-Feira.
Está traduzido em Inglês, Alemão, Búlgaro, Eslovaco e Neerlandês.
Participou em várias edições do projeto PANOS – palcos novos palavras novas, do Teatro Nacional D. Maria II, como orientador de um grupo juvenil sediado em Portimão e também como autor de um dos textos. É o atual coordenador do projeto.