Todas diferentes, mas livres
É assim que o Colectivo Espaço Invisível descreve as propostas dos microprojetos do ATOS Funchal. No primeiro período de mentoria, à diversidade de conceitos, acrescentou-se a liberdade que só se encontra quando debatemos ideias em conjunto. As primeiras sessões foram divididas entre o diálogo como prática e o pensamento como construção de processos individuais e coletivos. A expectativa é que se crie comunidade entre participantes, territórios e as pessoas que os habitam e definem.
Claro que há desafios. Para os mentores, o primeiro encontro ajuda a orientar as sessões seguintes, abrindo caminho para o tom dos encontros posteriores. E assim tem sido com o grupo do Funchal: inspirar e apoiar sem uniformizar; responder sem deixar de colocar questões; instigar e potenciar o melhor de cada projeto.
No final deste ATOS, a transformação esperada não é a que vem nas folhas de cálculo. Procura-se, sim, uma consciência coletiva que fortaleça e dê continuidade às comunidades e ideias que nelas existem. Se as ferramentas que aqui se partilham forem úteis e inspiradoras para o desenvolvimento dos projetos de cada participante, e se forem também questionadas, apropriadas e modificadas, então esta mentoria cumpriu a sua função.
Texto redigido a partir de entrevista com
Colectivo Espaço Invisível, mentores do ATOS no Funchal
Microprojetos
Cartografia Sensorial Urbana de Marcela Lírio Campo
Poesia da Ilha pelo buraco da agulha de Marco Gonçalves
Trabalho de Campo #1 – Identidade de Francisca Mata, Inês Rodrigues, Thomaz Moreira, Tobias Freire
College Culture Corner de Carlos Diogo Pereira
MORAL em movimento de Tiago Marques Rodrigues (Timeq)
GESTO+MADEIRA+PERTENCER de Beatriz Jardim
uma iniciativa Teatro Nacional D. Maria II e Fundação Calouste Gulbenkian
parceria Câmaras Municipais do Funchal, Lamego, Loulé, São João da Madeira, o Teatro Micaelense e o _ARTERIA_LAB - Universidade de Évora
Projeto já realizado em
MAI - DEZ Funchal |
