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A Cantora Careca

texto Eugène Ionesco

encenação Beatriz Batarda

26 NOV - 13 DEZ 2026

qua, qui 19h30 / sex 21h30 / sáb 19h30 / dom 16h30
Sala Estúdio
ENTRADA LIVRE COMPRAR BILHETE
Anchors
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SINOPSE
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FICHA ARTÍSTICA

Numa sala burguesa onde os relógios batem vinte e nove vezes, o Sr. e a Sra. Smith preenchem o vazio com banalidades sobre o quotidiano. Entre convidados esquecidos de si mesmos, uma criada poeta, um bombeiro à procura de fogos inexistentes e uma linguagem que se desintegra a cada sílaba, este texto clássico do Teatro do Absurdo não deixa pedra sobre pedra. Ionesco anuncia o desmoronamento das convicções que sustentam a ilusão de normalidade e, na iminência desse colapso, parece pressionar-nos a atualizar o sentido de tudo. 

Sob a encenação de Beatriz Batarda, A Cantora Careca convoca o imaginário ácido da pintura pós-colonial de Eduardo Batarda, que não poupou ao ridículo a burguesia e os cúmplices da exploração. Entre humor e ironia, intérpretes e espectadores tornam-se cúmplices de um colapso em que a destruição da palavra abre caminho ao absurdo mais puro. 

CONVERSA PÓS-ESPETÁCULO

moderação Joyce Souza / Segundo as Marias

6 dez

SESSÕES ACESSÍVEIS

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LGP

Interpretação em Língua Gestual Portuguesa

6 dez

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Audio description

Sessão com audedescrição

13 dez

Ficha Artística

texto Eugène Ionesco

encenação Beatriz Batarda

tradução Joana Frazão

interpretação João Grosso e Matilde Pedrosa, Miguel Marinho, Sofia Fairfield (intérpretes estagiários TNDM II)

cenografia Ângela Rocha

figurinos José António Tenente

desenho de luz Nuno Meira

sonoplastia e desenho de som Sérgio Milhano

assistência de encenação Mariana Lobo Vaz

assitência desenho de luz Pedro Gonçalves

produção Teatro Nacional D. Maria II

 

A classificar pela CCE